Diário da Assembleia Geral do ISCF
“Tudo o que se fizer a bem da família, por pequeno que seja é grande”. (Mons. Brás)
A Família no centro das atenções
Encontra aqui os vários artigos do Dr. Juan Ambrósio sobre a Família...
Encontro Mundial das Famílias 2015
O Vaticano apresentou dia 24 de março em conferência de imprensa o 7.º Encontro Mundial da Família, que vai decorrer de 22 a 27 de setembro de 2015 na cidade norte-americana de Filadélfia.
A saúde mental dos portugueses
Alguns dedicam-se obsessivamente aos números e às estatísticas esquecendo que a sociedade é feita de pessoas...
O trabalho, dom e direito
A sociedade portuguesa e internacional, vive uma situação de crise generalizada e de aumento das desigualdades sociais...
Longe vão os tempos
Longe vão os tempos dos preconceitos culturais em que se aceitava que era a mãe que tinha de cuidar dos filhos...
Dar esperança em tempo de crise
Vivemos tempos difíceis. A família, como célula base da sociedade, é imediatamente afetada por esta crise generalizada e que promete perdurar. Neste contexto, exige-se um novo paradigma, uma nova forma de estar e de nos relacionarmos.
9 de dezembro de 2008
Bispos pedem uma solução rápida nas polémicas da educação
3 de dezembro de 2008
A crise ou em busca da confiança perdida
Vivemos a antecipar o futuro. Vivemos a contar com…, connosco, com os outros, com as contingências históricas, as instituições e mutações sociais que iremos encontrar. O mundo é instável, perigoso, ameaçador.
Acreditamos que o podemos dominar, na nossa capacidade criativa e poder para enfrentar as circunstâncias adversas, as orientar e sujeitar aos nossos objectivos e encontrar formas de adaptação e superação do que não podemos mudar.
A vida social é possível porque confiamos uns nos outros, porque as instituições que nos regem, o Estado, a escola, o sistema judicial, os bancos, os transportes, o comércio, a polícia nos garantem segurança. A confiança pode vacilar, porque algum dos pilares de apoio falhou. A falta de confiança pode espalhar-se por factores objectivos e ampliar-se pelos mecanismos irracionais de contágio do medo e gerar o pânico que paralisa e aprofunda a crise. (ler mais)
2 de dezembro de 2008
Intenções do Papa para o mês de Dezembro
A imagem mediática dos media
A nossa imprensa traz pouca informação. Muita análise, intriga, provocação, boato, emoção, combate, mas pouca informação. O público não quer jornalismo, quer entretenimento. Para ter sucesso o repórter precisa de ter graça, ser espirituoso, ver o aspecto insólito. Assume uma atitude de suposta cumplicidade com o leitor, ouvinte ou espectador desmontando para gáudio mútuo o ridículo que achou que devia reportar. Antecipa no relato o que assume ser o veredicto popular, condenando ou absolvendo aqueles que devia apenas retratar.
Assiste-se a uma verdadeira caça ao deslize, empolado até à hilaridade. Só triunfa se apanhar desprevenido e atrapalhar o entrevistado. Enquanto descreve o que vê quase às gargalhadas, não se dá conta da perda de dignidade profissional. Tem sucesso, mas não rigor. Quem segue a notícia fica com a sensação de ouvir aquele que, dos presentes, menos entendeu o que se passou no acontecimento.
Aliás, relatar o sucedido é o que menos interessa. O jornalista vai ao evento para impor a agenda mediática que levou da sede. A inauguração de um projecto revolucionário, por exemplo, só importa pela oportunidade de fazer a pergunta incómoda ao governante sobre o escândalo do momento. Investimentos de milhões, trabalho de multidões, avanços e benefícios notáveis são detalhes omitidos pela intriga picante que obceca o periódico.
É significativo que existam em Portugal muitos analistas famosos e respeitados, mas poucos jornalistas reputados pelo facto de serem jornalistas. Os directores de informação costumam ser também colunistas. As referências da classe são comentadores. Parece que informação e reportagem é actividade menor.
O mais curioso é que, embora a imprensa escrita e falada seja intensamente opinativa, nunca se assume em termos políticos. Não existe em Portugal o alinhamento ideológico explícito de jornais e emissoras de referência que existe em todos os países. O público não é informado da orientação do meio que escolheu, porque todos dizem apenas a verdade. Todos os repórteres têm opinião, mas todos são isentos de orientações e partidarismos. Os resultados são caricatos.
O actual Governo goza de clara benevolência jornalística. Apesar da contestação e inevitáveis "gafes", o tratamento não se compara com o dos antecessores. Por outro lado a imprensa já decidiu que Manuela Ferreira Leite não tem hipóteses. Não interessa o que pensa ou propõe, apenas que não sabe lidar com os media, o pecado supremo.
Suspeita-se de campanhas organizadas, mas talvez não seja manipulação política, até porque o PS já sofreu o mesmo tratamento. A regra da imprensa é que "mais vale cair em graça que ser engraçado". O Bloco de Esquerda é sempre fresco e interessante, por muitos chavões bafientos que repita, enquanto PCP e PP são desprezados, por vezes sem disfarce. A culpa disto é em boa medida dos sujeitos, mas os mensageiros não são neutros.
Existe muita gente honesta e bem-intencionada no jornalismo. Mas é evidente (e paradoxal) que a imprensa tem hoje uma má imagem. Também é verdade que existe uma falta de imprensa verdadeira, objectiva, respeitada, idónea. Muitos dos que relatam o jogo participam nas equipas. Quando o jogo se suja, avolumam-se as suspeitas. Isto ainda não afecta o poder da imprensa, mas já degrada a classe.
27 de novembro de 2008
Crianças, Famílias e Riscos
De tudo isto e muito mais me lembrei a propósito do recente Congresso sobre Adopção. É difícil tratar este tema desligado do que é ou deveria ser o Sistema de Protecção de Crianças e Jovens e também da dimensão sofrida de um assunto que toca o mais íntimo da condição humana: abandono e desamor, sobrevivência e destino.
É a velha questão da lei e da praxis: é mais fácil legislar do que criar uma verdadeira linha de produção capaz de garantir a articulação permanente de todos os intervenientes, com vista a um resultado: o justo e adequado projecto de vida de cada criança em risco.
Esta linha começa na família biológica, passa por uma instituição e, na melhor das hipóteses, acaba numa reintegração familiar ou numa adopção. Na pior, as crianças crescem num lar. Como o princípio é o da transitoriedade do internamento, muitos lares não investem em tornar-se espaços preparados, em qualidade afectiva e técnica, para um transitório definitivo.
O trabalho com a família biológica nem sempre pode ser preventivo e, a posteriori, é difícil, de lento retorno, colidindo frequentemente com o tempo útil da criança que rapidamente se esgota, deixando-a sem horizonte nem futuro. Alguns candidatos à adopção procuram uma criança em função de uma circunstância - crise conjugal, solidão, frustrações várias ou compaixão - dando origem a duplos abandonos quando verificam que, afinal, não era isso o que queriam. Os magistrados nem sempre têm uma sensibilidade e familiaridade com os casos (todos únicos...) nem com o sistema a jusante e a montante, como se viu pela sorte da Esmeralda.
Todos este processo é marcado por expectativas, percepções contraditórias e interesses conflituantes e, ainda, pela mediatização das emoções. A triste história da Casa Pia criou na opinião pública a ideia de que as instituições ou são tiradas de Dickens ou são antros onde os menores estão sujeitos a todo o tipo de aberrações. A violência doméstica, o álcool e a droga tornam, para muitos, a família biológica um perigo que há que eliminar precocemente. A adopção é vista, sempre, como um happy end quando é com essa refiliação, esse segundo nascimento para os afectos, que tudo realmente começa.
A crueza dos números de crianças em risco na sua família biológica, de crianças institucionalizadas e de crianças que em período de pré-adopção são devolvidas à procedência, mostra o mundo real onde trabalhamos e vivemos. E que aquilo que se exige, todos os dias, ao sistema é desmesurado: refazer o destino de cada uma delas, depressa e sem erros.
25 de novembro de 2008
Concurso Internacional de Fotografia: "A Família e os Migrantes"
Os organizadores do VI Encontro Mundial das Famílias, que será celebrado na capital mexicana em Janeiro, lançaram um Concurso Internacional de Fotografia: «A Família e os Migrantes».Um comunicado emitido pelo Comité Organizador do Encontro informava de que a escolha do tema está relacionada com a solicitude de Bento XVI por este «setor tão vulnerável». O concurso, engloba fotografi as Coloridas e a Preto e Branco. Podem participar pessoas de todas as nacionalidades, sem distinção de credo ou idade. O material fotográfi co deve ser enviado em formato digital para o endereço: eletrónico concursofotoemf2009@gmail.com ou em material impresso ao endereço: San Juan de Dios, n. 222, Col. Villa Lázaro Cárdenas, Delegación Tlalpan. C.P. 14370. México, Districto Federal. Os envelopes devem ser dirigidos à «Oficina de Comunicación Social del Arzobispado de México. Concurso Internacional de Fotografía». O concurso não tem taxa de inscrição.O regulamento e outras informações podem ser encontradas no site ofi cial do VI Encontro Mundial das Famílias: http://www.emf2009.com.mx.
19 de novembro de 2008
Família? Sim, obrigado
Anunciada mensagem papal sobre as novas tecnologias
17 de novembro de 2008
Sinais de Esperança
“Quando pensávamos que iríamos encontrar um quadro de desespero e angústia, os grupos de reflexão conseguiram descobrir imensos sinais de esperança. O mundo onde vivemos continua a ser um lugar de esperança e a família, com todos os riscos que tem, continua a ser uma fonte inesgotável de esperança”, explica Bernardo Mira Delgado. (ler mais)
9 de novembro de 2008
Bento XVI encoraja a participação no Encontro das Famílias do México
Bento XVI encoraja a participação no VI Encontro Mundial das Famílias que se realizará na cidade do México em Janeiro de 2009. O encontro, programado para 13 a 18 deste mês, tem por lema “A família formadora dos valores humanos e cristãos”. Ao visitar o Santuário de Pompeia no sul de Itália, o Papa mencionou este evento mundial que ele próprio convocou em Valência no dia 9 Julho de 2006. O Papa no poderá assistir a este encontro no México por motivos sustentados pelo seu conselho médico que desaconselhou a sua estadia num cidade cuja altitude seja superior aos 2 mil metros.CANTO A LA FAMILIA (José Cantoral)
Aquí empecé a vivir, aquí empecé a soñar
Aquí sentí el calor de mi primer amor
Aquí escuché la voz de un héroe, un gran señor
Es la familia fuerza y unidad
Es ese amor que es incondicional
Aquí me equivoqué, aquí me tropecé,
Así me superé y me recuperé,
Es la familia…
in H20News.org
7 de novembro de 2008
Consagrar o descanso ao Domingo
5 de novembro de 2008
Barack Obama é o novo presidente dos EUA
A eleição de Barack Obama para a presidência dos Estados Unidos "constituirá um contributo determinante" para ultrapassar os desafios com que o mundo se confronta, defendeu o chefe de Estado português, em carta enviada ao Presidente eleito.
"Estou certo de que a acção (de Obama) constituirá um contributo determinante para a necessária coordenação de esforços a nível internacional a que obrigam os desafios com que o mundo se confronta", referiu Aníbal Cavaco Silva. (Sapo notícias)
1 de novembro de 2008
Palavra de Deus nos meios de comunicação
Dom Cláudio Maria Celli, presidente do Pontifício Conselho das Comunicações Sociais, acredita no papel dos meios de comunicação para evangelizar:“Os meios de comunicação têm um papel único, especial. São as novas tecnologias colocadas ao serviço da comunicação de Deus ao homem. (…) Por um lado, é necessário ter um coração aberto ao homem de hoje com as suas inquietações e problemas, porém, ao mesmo tempo, é importante recordar que temos entre as mãos a grande riqueza do amor de Deus. (…) Os comunicadores que têm um coração católico devem buscar novas fórmulas para estar presentes na cultura e comunicar ao homem de hoje os valores que procura”.
Homilia na Missa das Universidades, em Lisboa
29 de outubro de 2008
Cancro da mama mata 1.800 portuguesas por ano
Devido ao maior número de rastreios que se tem vindo a fazer, que permite detectar a doença precocemente, o número de casos tem aumentado nos últimos anos. (ler mais)
23 de outubro de 2008
53 propostas que a XII Assembleia Geral do Sínodo dos Bispos vai apresentar a Bento XVI

Apresentadas na 21ª Congregação Geral do Sínodo, as propostas destinam-se a todos os católicos, convidados a ter em sua posse uma cópia da Bíblia. (ler mais)
22 de outubro de 2008
«Se a ajuda aos bancos não for feita, a falência do sistema financeiro afectará todos, mas sobretudo os pobres»
Distância entre ricos e pobres continua a aumentar em Portugal
A OCDE, que agrupa os 30 países mais industrializados do mundo, afirma que esta diferença está a acentuar-se em todos, com excepção da Espanha, França e Irlanda.(Ler mais)
21 de outubro de 2008
Orçamento de Estado 2009
Viva la Vida
"Direito à vida" é o nome de uma campanha que pretende consciencializar as pessoas para a realidade do aborto em Espanha. Campanha com pretensão mundial.

















