14 de outubro de 2011

Plano Pastoral 2011-2012 da diocese de Aveiro centrado na família cristã



"Igreja Diocesana, Fraternidade de Famílias, confirma a esperança"


Caríssimos Diocesanos,

“A vós, graça e paz da parte de Deus, nosso Pai, e do Senhor Jesus Cristo. Bendito seja Deus que nos abençoou com toda a espécie de bênçãos espirituais em Cristo” ( Ef. 1, 2-3).
Saúdo-vos, irmãos e irmãs em Cristo, com muita alegria com as palavras do apóstolo Paulo, escritas a abrir a bela Carta por ele enviada aos cristãos de Éfeso, para vos dizer a minha igual comunhão convosco como vosso bispo e o meu renovado desejo de que a nova etapa pastoral que agora se inicia nos ofereça momentos e caminhos de bênçãos espirituais em Cristo.

Sei igualmente quanto a família é para cada um e para todos nós uma das melhores bênçãos que de Deus recebemos. E porque se centra na família esta etapa pastoral, escolhi esta palavra de Paulo e peço a Deus que seja portador de bênção o tempo que agora iniciamos.

Dedico e dirijo esta mensagem a todos os diocesanos, saudando com particular afecto e dedicada atenção as famílias da Diocese. Recordando as palavras de João Paulo II, na Carta às Famílias, em 1994, também eu «desejo bater à porta das vossas casas e conversar convosco». Esta saudação deseja ser, assim, uma saudação concreta e pessoal a cada família da nossa diocese.

Apressam-se os nossos passos no caminho pastoral iniciado em 2008, que nos conduz rumo ao Jubileu diocesano de 2013. Somos chamados a relançar um tempo novo de evangelização e de júbilo como Igreja de Jesus Cristo em Aveiro, consciente, desde a sua génese, de que amar a Deus é servir.

Mudaram-se ritmos de programação e alteraram-se datas e percursos pastorais e também isso trouxe criatividade e abertura à novidade e à experiência feliz de sermos Igreja, em comunhão e em missão.

Acresce a este empenhamento pastoral a procura incessante de verdade e de coerência de vida dos cristãos, que são sinal e presença do amor de Deus no mundo e membros conscientes e comprometidos desta Igreja.

Ajuda-nos nesta procura e acompanha-nos nesta missão o esforço crescente de formação, o valor dado à escuta da Palavra de Deus, à oração e à centralidade da Eucaristia na vida das pessoas, das famílias e das comunidades, a abertura ao exercício de uma nova pedagogia social e de uma maior ousadia da caridade que nos faz solidários com os pobres e atentos às novas formas de pobreza.

Queremos ser Igreja Diocesana renovada na caridade, esperança no mundo, como nos apresenta o lema que desde o início deste quinquénio pastoral nos mobiliza para a missão.

2.Foi, voltados para o serviço dos mais pobres que vivemos a primeira etapa pastoral deste quinquénio, conscientes de que «a Igreja servidora dos mais pobres torna presente a caridade». Sabemos que esta missão não terminou. Ela torna-se ainda mais necessária e mais urgente nestes tempos difíceis em que o desemprego e os constrangimentos económicos e sociais afligem tantas famílias e colocam em risco a sua serenidade, a sua segurança e o seu futuro.

Percorremos a segunda etapa sabendo que o caminho necessário de renovação da Igreja e de evangelização do mundo traz novos e constantes desafios a exigir entusiasmo e ardor em tudo quanto ao despertar religioso das crianças e à iniciação cristã, à educação da fé e à formação da fé dos adolescentes, jovens e adultos e à relação e diálogo com o mundo da cultura e da comunicação diz respeito. Estamos certos de que só uma «Igreja diocesana educadora da fé é fundamento de esperança».

Centrámos a etapa que há pouco se concluiu na celebração da fé e propusemo-nos descobrir na dimensão litúrgica e celebrativa e na religiosidade popular o alimento espiritual para sustentar e dinamizar a formação cristã a todos os níveis e fomentar o empenhamento da caridade cristã na construção de uma sociedade mais justa e mais fraterna.

A oração é alma do culto cristão. É parte constitutiva da vida, da celebração, da festa e do testemunho dos crentes. Foi nosso lema e nosso propósito ser «Igreja Diocesana orante, lugar de esperança para o mundo».

Iniciámos há um ano atrás essa etapa, envolvidos pela bela experiência do Dia da Igreja Diocesana, celebrada em espírito e moldes novos e vivida de forma participada e criativa, dando beleza ao rosto da Igreja que somos e dando expressão à diversidade de ministérios e à pluralidade de serviços. Essa celebração que foi Festa da Esperança para a Igreja de Aveiro relançou-nos com acrescido ânimo e renovado dinamismo no caminho do Jubileu.

A partir dessa bela e incentivadora experiência quisemos levar, com fortalecida alegria, a todas as comunidades cristãs, a todos quantos procuram Deus e a todos os homens e mulheres de boa vontade este sinal de uma Igreja que encontra na oração «o primeiro e essencial lugar de aprendizagem da esperança» (cf. Spe Salvi, n-º 32).

Esta hora é, por isso, de acção de graças pelo tempo percorrido, ao longo da III.ª Etapa do nosso Plano diocesano de Pastoral, pela vida celebrada, pela fé testemunhada e pela oração intensificada.

Cada um de nós guarda no seu coração agradecido momentos de vida e de oração, memória de iniciativas e actividades, acolhimento oferecido e colaboração dada aos objectivos que nos propusemos e aos compromissos que em Igreja assumimos. Foi certamente muito e belo o que o Espírito Santo nos foi inspirando durante este tempo e quanto, como alma da Igreja, Ele foi realizando na vida das pessoas e na acção pastoral das comunidades cristãs.

Da experiência vivificante da Páscoa, que em cada domingo se celebra na Eucaristia com o Povo de Deus convocado e reunido, nasceram no coração das comunidades cristãs novas iniciativas de oração e reconfiguraram-se outras já existentes.

Permanecerá dentro das nossas casas, no coração das famílias e nos seus hábitos de oração a experiência orante a partir dos livros distribuídos e multiplicados por milhares de famílias nos tempos litúrgicos do Advento-Natal e da Quaresma-Páscoa.

A aprendizagem da oração e a sabedoria de viver como família cristã, que daí nos vem, encontraram nesta original iniciativa uma bela alavanca a dar força e sentido à vida e à fé de tanta gente. A oração faz com que o Filho de Deus habite no meio de nós: «Onde estiverem dois ou três reunidos, em meu nome, Eu estou no meio deles» ( Mt 18,20).

Não se apagará da minha gratidão a memória abençoada das Visitas Pastorais realizadas ao longo deste tempo e a implicação arciprestal, preparação conjunta e vivência comunitária com que os sacerdotes e as comunidades as programaram e viveram.

Realço igualmente o renovado empenhamento de trabalho organizado e articulado de que a calendarização anual e o esforço feito no sentido de um trabalho concertado entre os Secretariados, Serviços diocesanos e Movimentos apostólicos tem sido testemunho.

A peregrinação diocesana a Israel, numa experiência intensa de encontro com as raízes e verdades da nossa fé e com os lugares onde Jesus viveu e a Igreja nasceu, assim como a Jornada Mundial da Juventude vivida por tantos jovens da nossa Diocese com o Santo Padre, em Madrid, levavam em si esta mesma vivência orante que ao longo do ano aqui se fortalecia em Igreja Diocesana e trazem-nos agora o estímulo necessário para uma contínua descoberta de Cristo e do Evangelho, tornando-nos «enraizados e fortificados em Cristo, firmes na fé e testemunhas de Cristo no mundo».

A elaboração do Plano Diocesano de Pastoral Litúrgica, que agora se ultima, constituirá um contributo à necessária reestruturação dos serviços diocesanos de liturgia e será um elemento a imprimir um novo dinamismo neste âmbito de acção pastoral.

3. Iniciamos agora, como quem acolhe uma bênção de Deus, no dizer do apóstolo Paulo na sua mensagem aos cristãos da cidade de Éfeso, a quarta etapa pastoral deste quinquénio que nos conduz ao Jubileu dos setenta e cinco anos da restauração da nossa Diocese.

Vamos viver esta etapa pastoral a partir da família como instituição, voltados para as famílias e com as famílias da nossa Diocese, certos de que «a Igreja diocesana, fraternidade de famílias confirma a esperança».

Partindo do que somos como famílias cristãs, queremos dar visibilidade ao que de bom já se faz ao nível da Pastoral familiar diocesana e propor meios que apoiem as famílias e apontem caminhos onde as famílias encontrem a alegria da felicidade, o estímulo à fortaleza da fé, o encorajamento à vivência dos valores do evangelho e o compromisso solidário pelo bem comum de toda a família humana.

Desejamos, assim, que este tempo agora iniciado nos possibilite sentir a beleza e a missão da família e testemunhar «a grandeza da sua vocação ao amor e ao serviço da vida» ( FC, 1).

Nos nossos dias, a família foi atingida por transformações rápidas, quer sociais quer culturais, não só em extensão mas também em profundidade.

Conscientes de que a família constitui um dos bens mais preciosos da humanidade, a Igreja quer fazer deste tempo um tempo de reflexão, de sensibilização e de projecto pastoral procurando sentir e conhecer a realidade em que vivemos, acolher o sonho de Deus sobre a família e desenhar a cada momento o serviço que é chamada a realizar, oferecendo a sua presença e ajuda não somente aos que conhecendo os valores cristãos os vivem, como também aos que se sentem inseguros e ansiosos e a quantos se vêem impedidos de realizar o seu ideal familiar.

A família é «o centro da vida da Igreja», segundo a expressão de João Paulo II, e é igualmente o ponto de partida de toda a vida social, é o ponto de encontro, o centro onde vêm repercutir o fluxo e refluxo da vida em todas as suas dimensões. “A família foi sempre considerada como a primeira e fundamental expressão da natureza social do homem” (João Paulo II, Carta às Famílias, 1994, n.º 7).

Constitui para nós um grande desafio reafirmar e viver os valores da família cristã, fazendo dela o modelo e a opção dos lares cristãos na nossa sociedade e sabendo que a partir das famílias cristãs a vida sorri de novo no coração do nosso tempo.

Lembra-nos o primeiro livro da Bíblia, no Antigo Testamento, que «o homem deixará o pai e a mãe para se unir à sua mulher; e os dois serão uma só carne (Gén 2, 24).

No Novo Testamento, Jesus é claro a afirmar a urgência da comunhão da vida em família e por isso mesmo a sua inviolabilidade e o seu valor como fonte de fidelidade e de felicidade: «Portanto, já não são dois, mas uma só carne. Pois bem, o que Deus uniu não o separe o homem» ( Mt 19, 69.

S. Paulo na Carta aos Efésios, já referida, sintetiza o tema da vida familiar com a expressão: «grande mistério» ( Ef 5, 32) e fala dos casais cristãos deste modo: “Assim os maridos devem amar as suas esposas como aos seus próprios corpos. Aquele que ama a sua mulher, ama-se a si mesmo” (Ef 5, 28-30).

Na família é visível e está presente este «grande mistério» do eterno amor já presente na criação, revelado em Cristo e confiado à Igreja.

Esta imagem do amor ao próprio corpo, para falar da relação matrimonial, serviu de exemplo aos casais de Éfeso e serve ainda hoje de exemplo para iluminar as famílias, qual lugar de manifestação do amor de Deus para com a humanidade. “Esta é, por certo, uma apresentação nova da verdade eterna acerca do matrimónio e da família, à luz da Nova Aliança. Cristo revelou-a no Evangelho, com a sua presença em Caná da Galileia, com o sacrifício da Cruz e com os sacramentos da sua Igreja” (Carta de João Paulo II às Famílias, 1994, n.º 17).

O sacramento do matrimónio está fundado sobre a natureza. Jesus quer ser o garante desta ordem natural, quer tomá-la na sua total pureza e em toda a sua exigência. Ao fazer do matrimónio sacramento, dá-lhe uma nova exigência de amor, em vista ao reino de Deus, retomando tudo na sua exigência primitiva e querendo renovar o casamento num amor novo, num amor divino.

Unidos em matrimónio, o homem e a mulher, são um verdadeiro sinal do amor paterno e materno de Deus que transmitem aos seus filhos e, ao mesmo tempo, são uma imagem da aliança de amor e de fidelidade entre Cristo e a Igreja.

Num tempo como o nosso, em que parece diminuir a função de muitas instituições, o direito à vida se põe em causa e a qualidade de vida muitas vezes se deteriora, o matrimónio como sacramento é chamado a ser fonte de luz orientadora no coração da humanidade, a família cristã pode e deve tornar-se lugar de serenidade autêntica e de crescimento harmonioso da sociedade e um testemunho exemplar de como é possível a vitalidade desta célula primária ao serviço da solidez do tecido social.

A família é o «fundamento e célula vital da grande e universal família humana, célula primeira e vital da sociedade» (GS 52). Isto significa que a família prefigura a coesão interna e a qualidade moral da sociedade inteira. Uma qualidade que é necessariamente a garantia social dos valores éticos e humanos.

«Na Igreja é hoje mais nítida a consciência de que «o bem estar da pessoa e da sociedade humana e cristã está intimamente ligado a uma favorável situação da comunidade conjugal e familiar» (GS 47) e de que «a futura evangelização depende em grande parte da Igreja doméstica» (FC- Familiaris Consortio -52).

Mas não basta conhecer e proclamar o pensamento da Igreja sobre o matrimónio e a família. É necessário também ter em conta as situações sócio-económicas e culturais concretas em que elas se encontram (cf. FC 4) e as dificuldades que têm de enfrentar.

4. Conscientes de que o matrimónio é uma vocação e uma missão, caminho de realização e de felicidade, e para que a família seja verdadeira comunidade de amor, comunidade de vida e comunidade de graça tem a acção pastoral da Igreja prestado atenção à preparação remota, próxima e imediata do matrimónio e procurado acompanhar os casais e as famílias na integração nas comunidades.

“Na visão cristã, o matrimónio, para além da feliz aventura dum amor que gera comunhão e vida, é sinal sacramental que anuncia, com a força do testemunho, o amor de Deus pelos homens, revelado no amor de Cristo pela Igreja. A pastoral familiar destina-se primordialmente a ajudar os casais a fazerem a exaltante descoberta do que é o matrimónio, seus dons e seu contributo para o desenvolvimento da Sociedade e da Igreja” (Instrução Pastoral sobre a Família-CEP -1992, n.º 10).

Este é certamente um caminho que urge continuar a percorrer a nível paroquial, arciprestal e diocesano. A colaboração harmoniosa e a articulação necessária entre as várias estruturas pastorais e os movimentos apostólicos ajudar-nos-ão a prosseguir o caminho desde há muito iniciado neste sector primordial da nossa acção pastoral.

Sendo os filhos o mais precioso dos dons do matrimónio (GS 50), compreendemos que uma das missões primordiais da família é a sua educação humana e cristã. “ Os filhos, como fruto do amor, são por sua vez fonte do amor” (Carta Pastoral da CEP 2004). “Se os pais, ao darem a vida, tomam parte na obra criadora de Deus, pela educação tornam-se participantes da sua pedagogia conjuntamente paterna e materna. Os pais são os primeiros e principais educadores dos próprios filhos: são educadores porque pais” (Carta às Famílias, n-º 16). 

“Também aqui a pastoral familiar procura oferecer aos pais luzes e apoios, mediante as mais variadas estruturas pastorais e em diferenciados lugares e momentos como sejam a paróquia através da catequese da celebração dos sacramentos, a escola através da educação moral e religiosa católica, a pastoral juvenil, os movimentos de crianças e jovens e grupos de casais e movimentos familiares em diversificadas iniciativas e oportunidades de formação” (cf Instrução Pastoral da Cep, n.º 15).

A hora que vivemos tem de ser de confiança e de conjugação de esforços. A acção pastoral neste campo concreto exige confiança perante tantas perplexidades com que as famílias se defrontam e realismo diante das situações novas originadas pela mudança civilizacional que vivemos.

É deste modo, também, que a Igreja toma parte nas alegrias e nas esperanças, nas tristezas e nas angústias (GS) do caminho quotidiano dos homens, consciente de que dentre as numerosas estradas que o homem percorre, «a primeira e a mais importante é a família» (Carta às famílias, n.º 2).

Esta etapa pastoral que agora começamos proporciona-nos ainda o tempo favorável para descobrirmos os testemunhos de amor e de felicidade de tantas famílias e da solicitude da Igreja pela família, a quem o próprio Concílio chama «Igreja doméstica» (LG 11).

Esta etapa pastoral constituirá em cada dia um convite à coragem das famílias, sempre prontas a dar testemunho daquela esperança que as anima (cf 1 Ped 3, 15), e deve ser um tempo dedicado ao incentivo de uma vida espiritual centrada em Cristo e aberta à comunidade, ao acolhimento ao amor fraterno, à solidariedade entre as famílias e ao exercício consciente de uma saudável cidadania e de um necessário empenhamento na construção do bem comum.

Na nossa programação pastoral olhamos com ânimo fortalecido e desde já com confiança e alegria para a Festa da Família a celebrar no dia 20 de Maio como verdadeiro Dia da Igreja diocesana e iniciativa mobilizadora das famílias da diocese, para que os filhos, pais e avós se sintam membros de pleno direito da família e da Igreja Diocesana, fraternidade de famílias que confirma a esperança. O nosso mundo procura tantas vezes na Igreja luzes de esperança que iluminem a vida das famílias e o futuro da sociedade.

Terá lugar em 2012, em Milão, na Itália, o VII Encontro mundial das Famílias sob o tema: «A Família: o trabalho e a festa» e decorrerá em Brasília, no Brasil, o Encontro mundial do Movimento das Equipas de Nossa Senhora. As Catequeses de preparação do Encontro de Milão já propostas pelo Conselho Pontifício para a Família ajudar-nos-ão também na nossa reflexão e acção ao longo desta etapa pastoral.



5.Está presente em todos os momentos e deve impregnar todas as iniciativas e objectivos pastorais do nosso caminho a prioridade dada desde a primeira hora à pastoral vocacional.

A família é lugar próprio e tempo favorável para consciencializar os seus membros para a concretização da opção vocacional de cada um, e para a responsabilidade de serem promotores das diferentes formas de realização vocacional. Às famílias cristãs pertence serem berço de vocação abertas ao acolhimento, à generosidade e ao acompanhamento que o despertar e o crescer da vocação, concretamente da vocação de consagração, exigem.

Estou certo de que este será tempo abençoado para fazer perceber no coração dos pais e avós os sinais de vocação que tantas vezes aí precedem e antecipam as decisões vocacionais dos filhos.

É também este o tempo indicado para agradecer em nome da Igreja que somos as famílias dos sacerdotes do nosso presbitério, dos consagrados (as) e dos seminaristas da nossa diocese, porque se fizeram espaço aberto ao dom de Deus a favor do seu Povo e presença orante imprescindível no nosso caminho de fidelidade e de missão. Esta é assim também uma hora de gratidão.

6.Confio à protecção de Nossa Senhora, Mãe de Deus e Mãe da Igreja, e à intercessão de Santa Joana Princesa, nossa Padroeira, todas as famílias da Diocese e peço bênção e graça para esta etapa do percurso pastoral.

Solidários na atenção e solícitos na acção junto das famílias em provação, peço-Lhes que nos ensinem a ser presença fraterna e orante junto e a favor das famílias que mais sofrem. Rezemos pelas famílias e em família.

Convido-vos a conduzirdes diariamente ao Coração da Mãe e a confiardes ao desvelo da nossa Padroeira as vossas famílias que aí encontrarão estímulo, alegria e bênção


Aveiro, 9 de Outubro de 2011
+ António Francisco dos Santos

Bispo de Aveiro

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