19 de janeiro de 2009

A família é o coração da sociedade

O presidente da República Mexicana, país anfitrião do VI Encontro Mundial das Famílias, Felipe Calderón, considera que a família tem um papel central na vida social, e não é questão de religiões.
“Estou convencido de que a família não é somente o coração do México mas também o coração de toda sociedade. É a estrutura que dá sentido à vida econômica, política, social e cultural. É a base sobre a que se constrói a identidade, os princípios e os valores das pessoas a premissa básica para alcançar um desenvolvimento humano sustentável como definira Paulo VI como passo de condições menos humanas ao passo de condições de vida cada vez mais humanas”.
O arcebispo de Cidade do México, o cardeal Norberto Rivera, recorda neste encontro o Papa João Paulo II como iniciador desses encontros familiares mundiais.
“Quando 18 anos atrás o Papa João Paulo II instituiu este tipo de encontros, o fez com a intenção de que se esse evento fosse um lugar adequado para a reflexão e a celebração da realidade familiar, uma realidade que já naqueles tempos começava a enfrentar ameaças que hoje são uma realidade. Uma realidade que sem embargo não deixou de constituir-se em baluarte que apóia tantos e tantos seres humanos que enfrentam cada vez com mais angustia um mundo despersonalizado e com falta de solidariedade”.
Próximo Encontro Mundial das Famílias em Milão
“A família é um fundamento indispensável para a sociedade, e é o lugar em que se aprende a dar valor à vida, à justiça e à paz.” Foi o que disse o Papa Domingo à noite na sua intervenção que conclui o VI Encontro Mundial das Famílias, através de uma vídeo mensagem via satélite com a Cidade do México.Bento XVI falou no fim da missa de enceramento do encontro celebrada pelo legado pontifício, o Cardeal Secretário de Estado, Tarcisio Bertone.Recordou que a família “fundada no matrimónio indissolúvel entre um homem e uma mulher” é um bem insubstituível para as crianças “que têm o direito de vir à vida como fruto do amor dos pais”. Os quais têm a tarefa de ajudar-lhes a crescer de modo integral, um esforço, acrescentou o Papa, “obstruído por um conceito enganador de liberdade”, que exalta os caprichos e os impulsos subjectivos do indivíduo, ao ponto de deixar cada um encerrado na prisão do próprio eu.O próximo encontro mundial das famílias, anunciou Bento XVI, será em Milão na primavera de 2012 sobre o tema “A família, o trabalho e a festa”.
Fonte: H2Onew

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